27 novembro 2012
17 novembro 2012
Damai- Captured Sun Bear Cub Now In BSBCC – Bornean Sun Bear Conservation Centre
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17 outubro 2012
ORIGEM
Nascemos e peregrinamos por extensos e extremos caminhos.
Aprendemos a falar, pensar, visualizar e atuar.
Coordenamos movimentos diversos. Conquistamos, mas também
perdemos.
Na batalha conduzida que somos, deixamos de entender à
ação.
Somos sem dúvida a flecha atirada ao universo, procurando
um alvo.
Autômatos, atuantes em uma máquina giratória composta de
artérias e veias.
Os hábitos assemelham-se a máquina, conectar e desconectar.
Somos viajantes perdidos em um espaço de órgãos,
metafísica, ciência e lei.
Não somos nós mesmos dentro do que deveríamos habitar.
Somos condutores de energia que impulsiona essa máquina
vida a manter-se ativa, não importando seu estado absoluto, sua necessidade,
temos que movê-la.
Perdemo-nos entre nós mesmos, aprisionados no plasma da
evolução.
Por vezes agimos involuntários as nossas vontades e podemos
desencadear lágrimas e decepções.
Assim avançamos no tempo, famintos de nós mesmos,
conspirando contra nossos próprios desejos.
A memória adquire conhecimentos intelectuais, ampliando seu
espaço matéria, para encontrar seu lugar no tempo.
O vínculo verdade se rompe com a realidade. Será a
celebração da desigualdade, porque o elo é à ambição.
Mas o céu se rebelará, irá chorar sobre as sucatas humanas,
devoradoras de nós mesmos.
Irá a ferrugem ceder lugar a carne vermelha, que em algum
tempo no universo foi chamado de feto.
O mesmo que um dia reinou no paraíso com a forma humana e
foi chamado de homem.
E. Menezes
06 outubro 2012
Além do Daqui
Sondei as diversas faces
Dos semblantes já esquecidos.
Toquei suas memórias
Vivas estão suas histórias.
Investiguei os corpos
Vestígios de existência.
Avaliei o teor do sentimento
Uma árdua luta entre o bem e o mal.
Vou além do daqui
Buscando o resultado final
De toda trajetória que fiz.
Resulta um corpo entregue
Ao sentimento saudade.
E.
Menezes
22 maio 2012
10 maio 2012
Atuação
São pedaços de nós mesmos
Que invadem os corpos despovoados
Penetrando, invadindo toda inocência e delicadeza
Eximindo-as para então
Brindar a inexorável arrogância
De pretendermos o que não podemos
Somente para ampliar o espaço
Que nos prendem ao vazio
De nos prestarmos tão pouco
A tanto que temos.
Eliane Menezes
Lembrança Que Ficou
Não lamento o desencontro
Tento construir lembranças
Do encontro de outrora
Não desconsidero a presença
Tento presumí-la em relação ao instante
Não desafio o tempo
Tento aliá-lo as circunstâncias.
Não posso desprezar o homem,
Pois amo sua essência.
Não esquecerei você
Sua existência ocupou o livre espaço
Onde ainda posso sentir sua essência.
Eliane Menezes
Tento construir lembranças
Do encontro de outrora
Não desconsidero a presença
Tento presumí-la em relação ao instante
Não desafio o tempo
Tento aliá-lo as circunstâncias.
Não posso desprezar o homem,
Pois amo sua essência.
Não esquecerei você
Sua existência ocupou o livre espaço
Onde ainda posso sentir sua essência.
Eliane Menezes
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