Sou a face explícita

14 dezembro 2008

Para alguém muito especial

Olá Victor, esse vídeo é para você, com meu carinho todo especial. Tenha um lindo domingo.

12 dezembro 2008

Amar e ser Amado

Amar e ser amado!
Com que anelo
Com quanto ardor este adorado sonho
Acalentei em meu delírio ardente
Por essas doces noites de desveio!
Ser amado por ti, o teu alento
A bafejar-me a abrasadora frente!
E, teus olhos mirar meu pensamento,
P'ra tão puro e celeste sentimento:
Ver nossas vidas quais dois mansos rios,
Juntos, juntos perderem-se no oceanoBeijar teus dedos em delírio insano
Nossas almas unidas, nosso alento,
Confundindo também, amante - amado -
Como um anjo feliz... que pensamento

(Castro Alves)

07 dezembro 2008

Pensamentos de Gibran Kahlil Gibran


"Ninguém pode conviver sozinho com a beleza que é capaz de perceber.
E quanto a nós, que buscamos o Absoluto, e que construímos um jardim usando a nossa própria solidão, a Vida nos deixou a imensa paixão para aproveitar cada instante, com toda a intensidade".

"Eu estou vivo como você.
E de pé a seu lado.Feche os olhos e olhe ao redor, e me verá".
"O pecado não existe, exceto na medida em que o criamos.
Somos nós, portanto, que devemos destruí-lo.
Se escolhermos fazer o mal, ele existirá até que o destruamos.
O bem não podemos fazê-lo, pois ele é o próprio alento do Universo;
Mas podemos escolher respirar e viver nele e com ele".

"O rouxinol falou para o tico-tico
— Sabes que tens um belo canto
O tico-tico respondeu
— Eu nunca duvidei do teu bom-gosto".

Doença de Alzheimer

Vejo a vida das pessoas sendo atropelada pelo tempo, pelo dinheiro e menos pela qualidade de vida.
Alguns vivem com a própria arrogância, independentes, auto-suficientes, donos da verdade.
É de suma importância que se dê devida atenção a essa doença que não é de natureza somente hereditária e nem somente em idosos.
Ela envolve completamente a vida dos familiares, porque a pessoa que sofre dessa doença torna-se totalmente dependente, compromete os envolvidos e o tratamento é de custo elevado.
Sugiro que procurem informações, o esclarecimento pode vir à ajudar pessoas próximas de nós.

26 outubro 2008

Frei Betto

O texto está na internet. Essa publicação foi do e-mail que recebi do amigo Dario, obrigada.

PEÇO DESCULPAS

Frei Betto

Estou gravemente enfermo. Gostaria de manifestar publicamente minhas escusas a todos que confiaram cegamente em mim. Acreditaram em meu suposto poder de multiplicar fortunas. Depositaram em minhas mãos o fruto de anos de trabalho, as economias familiares, o capital de seus empreendimentos.Peço desculpas a quem assiste às suas economias evaporarem pelas chaminés virtuais das Bolsas de Valores, bem como àqueles que se encontram asfixiados pela inadimplência, os juros altos, a escassez de crédito, a proximidade da recessão.
Sei que nas últimas décadas extrapolei meus próprios limites. Arvorei-me em rei Midas, criei em torno de mim uma legião de devotos, como se eu tivesse poderes divinos. Meus apóstolos - os economistas neoliberais - saíram pelo mundo a apregoar que a saúde financeira dos países estaria tanto melhor quanto mais eles se ajoelhassem a meus pés. Fiz governos e opinião pública acreditarem que o meu êxito seria proporcional à minha liberdade. Desatei-me das amarras da produção e do Estado, das leis e da moralidade.
Reduzi todos os valores ao cassino global das Bolsas, transformei o crédito em produto de consumo, convenci parcela significativa da humanidade de que eu seria capaz de operar o milagre de fazer brotar dinheiro do próprio dinheiro, sem o lastro de bens e serviços.Abracei a fé de que, frente às turbulências, eu seria capaz de me auto-regular, como ocorria à natureza antes de ter seu equilíbrio afetado pela ação predatória da chamada civilização.
Tornei-me onipotente, supus-me onisciente, impus-me ao planeta como onipresente.
Globalizei-me. Passei a jamais fechar os olhos. Se a Bolsa de Tóquio silenciava à noite, lá estava eu eufórico na de São Paulo; se a de Nova York encerrava em baixa, eu me recompensava com a alta de Londres. Meu pregão em Wall Street fez de sua abertura uma liturgia televisionada para todo o orbe terrestre. Transformei-me na cornucópia de cuja boca muitos acreditavam que haveria sempre de jorrar riqueza fácil, imediata, abundante. Peço desculpas por ter enganado a tantos em tão pouco tempo; em especial aos economistas que muito se esforçaram para tentar imunizar-me das influências do Estado.
Sei que, agora, suas teorias derretem como suas ações, e que o estado de depressão em que vivem se compara ao dos bancos e das grandes empresas.Peço desculpas por induzir multidões a acolher, como santificadas, as palavras de meu sumo pontífice Alan Greenspan, que ocupou a sé financeira durante dezenove anos.
Admito ter ele incorrido no pecado mortal de manter os juros baixos, inferiores ao índice da inflação, por longo período.
Assim, estimulou milhões de usamericanos à busca de realizarem o sonho da casa própria. Obtiveram créditos, compraram imóveis e, devido ao aumento da demanda, elevei os preços e pressionei a inflação.
Para contê-la, o governo subiu os juros… e a inadimplência se multiplicou como uma peste, minando a suposta solidez do sistema bancário.Sofri um colapso. Os paradigmas que me sustentavam foram engolidos pela imprevisibilidade do buraco negro da falta de crédito. A fonte secou.
Com as sandálias da humildade nos pés, rogo ao Estado que me proteja de uma morte vergonhosa. Não posso suportar a idéia de que eu, e não uma revolução de esquerda, sou o único responsável pela progressiva estatização do sistema financeiro.
Não posso imaginar-me tutelado pelos governos, como nos países socialistas. Logo agora que os Bancos Centrais, uma instituição pública, ganhavam autonomia em relação aos governos que os criaram e tomavam assento na ceia de meus cardeais, o que vejo? Desmorona toda a cantilena de que fora de mim não há salvação.
Peço desculpas antecipadas pela quebradeira que se desencadeará neste mundo globalizado. Adeus ao crédito consignado!
Os juros subirão na proporção da insegurança generalizada. Fechadas as torneiras do crédito, o consumidor se armará de cautelas e as empresas padecerão a sede de capital; obrigadas a reduzir a produção, farão o mesmo com o número de trabalhadores.
Países exportadores, como o Brasil, verão menos clientes do outro lado do balcão; portanto, trarão menos dinheiro para dentro de seu caixa e terão que repensar suas políticas econômicas.Peço desculpas aos contribuintes dos países ricos que vêem seus impostos servirem de bóia de salvamento de bancos e financeiras, fortuna que deveria ser aplicada em direitos sociais, preservação ambiental e cultura.
Eu, o mercado, peço desculpas por haver cometido tantos pecados e, agora, transferir a vocês o ônus da penitência.
Sei que sou cínico, perverso, ganancioso. Só me resta suplicar para que o Estado tenha piedade de mim.
Não ouso pedir perdão a Deus, cujo lugar almejei ocupar. Suponho que, a esta hora, Ele me olha lá de cima com aquele mesmo sorriso irônico com que presenciou a derrocada da torre de Babel.

Frei Betto é escritor, autor de "Cartas da Prisão" (Agir), entre outros livros.

pegue a sua no TemplatesdaLua.com

24 outubro 2008

23 outubro 2008

Debate de Márcio Lacerda e Leonardo

Nesse segundo turno o sr. Márcio se superou, o fato de apresentar-se sozinho nas propagandas e em suas visitas, deixou sua imagem mais de frente ao povo, agora sim, todos sabem quem é verdadeiramente Márcio Lacerda. Homem de opinião, firme em seus própositos, sustenta toda argumentação com firmeza. No debate ontem ele definiu que já está eleito.
Me sinto segura em saber que quem irá cuidar de Belo Horizonte é o mesmo homem que no passado lutou pelos direitos de uma sociedade, perdendo a própria liberdade em prol do que ele acreditou ser justo.
Não são as "cadeiras" governamentais que ensinam um político para deixá-lo apto para governar, mas sim competência, caráter e capacidade de sustentar as próprias palavras.
Parabéns Márcio Lacerda.

21 outubro 2008

Lenga lenga da Secretaria de Saúde

Anteriormente narrei o caso da Sec. de Saúde, com relação ao medicamento Exelon, pois bem:
a lenga lenga continua, Deus, como as pessoas que dependem desse orgão sofrem, estou perplexa, indignada.
Continuando do ponto que parei. Consegui marcar horário com o médico perito, ele atende no Hospital das Clínicas, na gereatria, devo inclusive parabenizar o Hospital e o atendimento, nota 10. O relatório havia sido indeferido por erro da neuro-psicóloga, portando a paciente precisou ser avaliada e o fez nesse hospital com o médico que indeferiu o relatório. Ele realmente constatou a doença e o relatório seria enviado para que outro perito colega dele fizesse devida avaliação. Hoje está fazendo 20 dias após essa avaliação, estive na Secretaria hoje e o relatório ainda não chegou, fui informada que antes ele segue para um orgão no bairro Floresta para depois ser encaminhado até a Secretaria, ufa!!
Nessas idas e vindas até a Sec. fiz amizade com algumas pessoas (adoro fazer amizades), segundo soube as coisas não vão bem, coisas sinistras andaram acontecendo (não posso entrar em detalhes) e certamente quem paga um preço muito alto são as pessoas que dependem unicamente deles e o que é pior, algumas ficam sem seus medicamentos em função da "burocrasia" porque são leigas e algumas porque têm dificuldade de locomoção e não têm ninguém que possa acompanhá-las.
PeloamordeDeus, quando isso irá melhorar, QUANDO?????????
Relembrando: dei entrada no pedido dia 11/06/08 isso porque assumi esse compromisso, imagine a paciente então com o quadro de alzheimer, se ela teria condições de tanto ir e vir.

19 outubro 2008

Sutiã mais caro do mundo.

Me disseram que nunca falo sobre moda. Está bem, então deixo a sugestão , o sutiã mais caro do mundo, será ele cobiçado? Será ele o presente para as amadas? E.Menezes
Adriana Lima posa com sutiã de US$ 5 milhões

Peça, a mais cara do mundo, tem 3.575 diamantes negros, 34 rubis e mais várias outras pedras preciosas.
A top model brasileira Adriana Lima foi fotografada com o sutiã mais caro do mundo. Cheio de peças preciosas, a lingerie custa o equivalente a mais de R$ 10 milhões, segundo informações do jornal 'The Sun'.

Fonte: ego.globo.com

STJ. Relações homoafetivas podem ser reconhecidas judicialmente

A parcela homossexual da população brasileira, estimada em cerca de 17,9 milhões de pessoas, comemorou no último mês de agosto uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que admitiu a possibilidade jurídica de reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo. Para muitos casais é um grande passo, já que a legislação brasileira não vê, na união homossexual, uma família.
A servidora pública Marina**, 36 anos, que vive há cinco anos com outra mulher, acha que qualquer medida tomada para reconhecer direitos é válida, seja para homossexuais ou qualquer outra pessoa. Segundo ela, essa decisão, espe cificamente, demonstra que o preconceito, ainda muito grande, está perdendo espaço. “As pessoas deviam respeitar os outros por sua ética e seu caráter e não ficar se importando com o que eles fazem ou deixam de fazer dentro de suas casas, em sua vida particular. A menos que sejam coisas nocivas aos outros, ninguém tem nada a ver com isso”, afirma. Em sua opinião, é muito triste duas pessoas se unirem, constituírem um patrimônio e, de repente, algo acontece e uma delas fica prejudicada. “Isso sem falar na dificuldade para conseguir inclusão em plano de saúde, reconhecimento à herança ou transferência funcional, por exemplo. Acho que decisões como a do STJ são passos importantes para o reconhecimento do que é uma realidade”, avalia.
Na decisão da Quarta Turma do Tribunal, ficou estabelecido que não existe vedação legal para que prossiga o julgamento do pedido de declaração de união estável ajuizado por um casal homossexual na Justiça estadual do Rio de Janeiro. Segundo o ministro Luís Felipe Salomão, que desempatou a questão, os dispositivos legais limitam-se a estabelecer a possibilidade de união estável entre homem e mulher, desde que preencham as condições impostas pela lei, quais sejam, convivência pública, duradoura e contínua, sem, contudo, proibir a união entre dois homens ou duas mulheres. “O objetivo da lei é conferir aos companheiros os direitos e deveres trazidos pelo artigo 2º (Lei n. 9.278/96), não existindo qualquer vedação expressa de que esses efeitos alcancem uniões entre pessoas do mesmo sexo. Poderia o legislador, caso desejasse, utilizar expressão restritiva, de modo a impedir que a união entre pessoas de idêntico sexo ficasse definitivamente excluída da abrangência legal. Contudo, assim não procedeu”, afirma o ministro em seu voto.
Direito de Família
As relações homoafetivas são uma realida de no Brasil e no mundo. A Dinamarca foi o primeiro país a reconhecer a união de homossexuais, em 1989. A Constituição da África do Sul, de 1996, foi a primeira a proibir, explicitamente, a discriminação em razão da orientação sexual. A Holanda foi o primeiro país a autorizar o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, em 2001. Entretanto, a lei brasileira até o momento não disciplina especificamente a questão da união homoafetiva. A doutrina é unânime em considerar que não pode haver casamento entre pessoas do mesmo sexo, considerando-se a diversidade de sexos como requisito fundamental para a caracterização do casamento, assim como a forma solene e o consentimento. Assim, não se concebe a união homossexual com natureza jurídica de casamento. Segundo o advogado Gustavo Mourão, mestre pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), muito embora o conjunto das leis civis não proíba a união ou casamento entre pessoas do m esmo sexo, não se pode deixar de reconhecer que os princípios gerais e os costumes, quando aplicados ao casamento ou à união civil, presumem a proteção dos institutos enquanto entidade familiar, o que, potencialmente, só ocorreria entre homem e mulher. Outro operador do Direito, o advogado Luís Roberto Barroso, em seu artigo intitulado “Diferentes, mas iguais:
O reconhecimento jurídico das relações homoafetivas no Brasil”, ressalta que a defesa do modelo tradicional de família não pressupõe a negação de outras formas de organização familiar. Segundo ele, não há incompatibilidade entre a união estável entre pessoas do mesmo sexo e a união estável entre pessoas de sexos diferentes, ou entre estas e o casamento.
“O não-reconhecimento jurídico das uniões homoafetivas não beneficia, em nenhuma medida, as uniões convencionais e tampouco promove qualquer valor constitucionalmente protegido”, destaca no artigo. Direito Pat rimonial Independentemente de reconhecer ou não a união entre pessoas do mesmo sexo como entidade familiar, as relações homoafetivas procuram encontrar, de uma forma ou de outra, amparo judicial. Questões como constituição de patrimônio, pensão, partilha de bens, inclusão de companheiro como dependente em plano de assistência médica etc. não são novidades no STJ. A Corte já estabeleceu jurisprudência sobre os temas patrimoniais. O primeiro caso apreciado no STJ (Resp 148.897) foi relatado pelo ministro Ruy Rosado de Aguiar, hoje aposentado.
Em 1998, o ministro decidiu que, em caso de separação de casal homossexual, o parceiro teria direito de receber metade do patrimônio obtido pelo esforço comum. Também foi reconhecido pela Sexta Turma do STJ o direito de o parceiro receber a pensão por morte do companheiro falecido (Resp 395.904). O entendimento, iniciado pelo saudoso ministro Hélio Quaglia Barbosa, é que o legislador, ao elaborar a Constituição Federal, não excluiu os relacionamentos homoafetivos da produção de efeitos no campo de direito previdenciário, o que é, na verdade, mera lacuna que deve ser preenchida a partir de outras fontes do direito. Em uma decisão recente (Resp 238.715), o ministro Humberto Gomes de Barros negou um recurso da Caixa Econômica Federal que pretendia impedir um homossexual de colocar o seu companheiro há mais de sete anos como dependente no plano de saúde. O ministro destacou que a relação homoafetiva gera direitos e, analogicamente à união estável, permite a inclusão do companheiro dependente em plano de assistência médica. Projeto de União Já existem algumas iniciativas para tornar realidade, em nosso ordenamento jurídico, o reconhecimento da união civil entre pessoas do mesmo sexo. O Projeto de Lei 1.151/95 é um deles. A proposta garante que duas pessoas que compartilhem uma vida em comum com laços afetivos, independentemente do sexo, tenham a possibilidade de regularizar essa situação, constituindo, por exemplo, bem de família e partilhando o patrimônio construído em conjunto. No mais, a proposição também assegura a possibilidade de inscrever como dependente em planos de saúde e direitos previdenciários. O projeto sofreu algumas alterações e um substitutivo está aguardando a inclusão na pauta do Plenário da Câmara dos Deputados.
* estimativa da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT). ** nome fictício
pegue a sua no TemplatesdaLua.com

Translate