Sou a face explícita

23 julho 2011

Rafinha Bastos -

Evento mês de julho no Minas Centro.
A peça "Péssima Influência".
Show de bola, Rafinha é inteligentérrimo, humor irreverente, sempre sucesso!

20 julho 2011

Declaro-me VIVO!

Declaro-me vivo!
Saboreio cada momento.
Antigamente me preocupava
quando os outros falavam mal de mim.
Então fazia o que os outros queriam,
e a minha consciência me censurava.
Entretanto, apesar do meu esforço
para ser bem educado,
alguém sempre me difamava.
Como agradeço a essas pessoas,
que me ensinaram que a
vida é apenas um cenário!
Desse momento em diante,
atrevo-me a ser como sou.
A árvore anciã me ensinou
que somos todos iguais.
Sou guerreiro:
a minha espada é o amor,
o meu escudo é o humor,
o meu espaço é a coerência,
o meu texto é a liberdade.
Perdoem-me
se a minha felicidade é insuportável,
mas não escolhi o bom senso comum.
Prefiro a imaginação dos indios,
que tem embutida a inocência.
É possível que tenhamos que ser apenas humanos.
Sem Amor nada tem sentido,
sem Amor estamos perdidos,
sem Amor corremos de novo o risco de estarmos
caminhando de costas para a luz.
Por esta razão é muito importante
que apenas o Amor
inspire as nossas ações.
Anseio que descubras
a mensagem por detrás das palavras;
não sou um sábio,
sou apenas um ser apaixonado pela vida.
A melhor forma de despertar
é deixando de questionar se nossas ações
incomodam aqueles que dormem ao nosso lado.
A chegada não importa,
o caminho e a meta são a mesma coisa.
Não precisamos correr para algum lugar,
apenas dar cada passo com plena consciência.
Quando somos maiores que aquilo que fazemos,
nada pode nos desequilibrar.
Porém, quando permitimos
que as coisas sejam maiores do que nós,
o nosso desequilíbrio está garantido.
É possível que sejamos apenas água fluindo;
o caminho terá que ser feito por nós.
Porém, não permitas que o leito escravize o rio,
ou então, em vez de um caminho, terás um cárcere.
Amo a minha loucura
que me vacina contra a estupidez.
Amo o amor que me imuniza
contra a infelicidade que prolifera,
infectando almas e atrofiando corações.
As pessoas estão tão acostumadas
com a infelicidade,
que a sensação de felicidade
lhes parece estranha.
As pessoas estão tão reprimidas,
que a ternura espontânea as incomoda,
e o amor lhes inspira desconfiança.
A vida é um cântico à beleza,
uma chamada à transparência.
Peço-lhes perdão, mas….
Declaro-me VIVO!

Escrito por CHAMALÚ (Índio da Tribo Quéchua).

14 julho 2011

Cachorra!!!

Tem corpo alongado e comprido lateralmente, boca oblíqua, olhos grandes, "nadadeiras" peitorais grandes e poderosa boca enorme. O "pescador" deve ter cuidado com a cachorra pelo risco de seus caninos inferiores. Atacam presas relativamente grandes.
De algumas espécies a cachorra larga é a que mais se destaca.
Se tiver intenção de fisgar a cachorra, o faça para cima, não para os lados, assim ela com certeza não escapará.
Tem medo de rio? Pois bem, é lá que você encontrará.
Estou falando do peixe gente, ô meu Deus, ô meu Deus do céu, que mentalidade doceis.
Cachorra é o nome popular, o científico, soletre, rs: Hydrolycus scomberoides.
Dizem não ser um peixe muito saboroso, muitas espinhas e carne tipo meio adocicada.
A grande curiosidade mesmo são os caninos enormes que se alojam em dois buracos na parte superior da cabeça quando a boca está fechada. Agéis, lutadores,  mas se cansam com facilidade, quando fisgados os saltos são realmente incríveis.

Cerrado e a fauna & Centros urbanos e as "ameaças".

No Cerrado tem mais de 1.500 espécies animais;
Segundo maior conjunto animal do planeta;
Cerca de 50 das 100 espécies de mamíferos (pertencentes a 67 gêneros) estão no Cerrado;
Mais de 830 espécies de aves, 150 de anfíbios (das quais 45 são endêmicas), 120 espécies de répteis (das quais 45 são endêmicas);
No Distrito Federal há 90 espécies de cupins, 1.000 espécies de borboletas e 500 de abelhas e vespas.
Destaca-se o grupo dos insetos;
Vertebrados: jibóia, cascavel, jararaca, lagarto teiú, ema, seriema, urubu, araras, tucanos, papagaios, gaviões, tatu, tamanduá, veado campeiro, cateto, anta, o cachorro-do-mato ou o cachorro-vinagre, o lobo-guará, a jaritataca, o gato mourisco (o gato-mourisco é o parente menos colorido da jaguatirica, é um dos bichos menos vistos da floresta, e a maioria das pessoas talvez nem saiba que ele exista), cervo, lontra, gambá, ariranha, gato-palheiro, macaco-prego, quati, queixada, porco-espinho, capivara, tapiti e preá.
Nos centros urbanos destaca-se o grupo de humanos com suas peculiaridades tais como:
jararacas (terríveis, nós encalhadas, as donas de casa que acham mandar nos maridos!); nem pensar na cascavel, tem uma em cada lugar diferente; jibóia (ardilosas além do tamanho da boca, gulooosas);  urubu (tem quem goste de comer qualquer "treco"); papagaios, êita eu que falo sem parar (assumida,rs); tucanos, meu partido político: dá-lhes Aécio aí no Senado!;  gaviões (se depender desses, nunca ficarão extintos, tá cheio); veado (e não são campeiros, que gosta mesmo é de morder a fronha, rs);  antas (ui, ai, que preguiça);  cachorro-vinagre (como humanos estão extintos, pois os casais da fauna são monogâmicos - entendeu? rs);  lobo, vixe que tem uns bonitos demais!;  gato mourisco, tá igual homem quase não se vê;  cervo, êita galhada, será merecida?;  gambá (da subaqueira braba ao chulé ninguém merece, rs);  ariranha nesse caso tire o "ar", mas não é para acrescentar o valor aproximado de Pi 3,14159265. Tá bom,  sem complicar, tire o i do Pi e complete. Cuidado! Elas estão em todos os lugares, cada vez mais vorazes, rsrs.
Os cupins do Distrito Federal, êita, que essa parte é braba! Vamo lá, igualinho da fauna, os "ninhos" são volumosos, podem ser construidos em diversos lugares, inclusive em parede dupla (entre elas, Jesus amado, quanto dinheiro!) A pior colônia  está lá, causando danos irreversíveis, não somente pelo tamanho da colônia, mas porque nada impede que duas ou mais colônias estejam infestando a mesma estrutura.
Nem pasmem, os ninhos são construídos da mesma maneira que as galerias, ou seja com o uso das fezes úmidas que são colocadas uma sobre a outra, bão, isso não é nenhuma novidade né?

15 junho 2011

Homens X Mulheres

Quando se deseja conquistar alguém, investimos o melhor de nossa índole, nosso senso de humor, nossa racionalidade. Não preocupamos com o lugar onde estaremos, como estamos vestidos, com ou sem rugas, idade e pormenores.
Mas ...... se a questão é seduzir a história muda de figura.
Homem seduzindo:  atualmente nem precisa muitas palavras para um convite, se tiver boa aparência e um carro bonito, necessariamente não precisa nem de palavras (lamentável) em alguns casos. Vejamos o que ele precisa:
Fazer a ligação para o dito convite, tomar banho,  fazer a barba, usar roupa que já está no armário, um perfume, deslocar de sua garagem até a casa da "perseguida", ops, quero dizer, da convidada para o abate, ir até o restaurante, pagar o jantar, se mora sozinho leva para o abate em sua casa, caso contrário paga o motel e mais combustível, claro, mas pode acontecer do cansaço ser grande e já que comeu mesmo, "molhou o biscoito", ele pergunta se ela não pode ir de táxi. (Algumas têm carro, mas saem no dele).
A mulher, vejamos suas necessidades:
Após o convite, pensar qual roupa, nenhuma serve, comprar uma nova, mesmo que parcelando em 10 vezes, ah, a lingérie, claro, importantíssima. Salão, cabelo, unhas, depilação, se tiver horário, caso contrário atravessar a cidade para encontrar hora em um salão. Sapatos ou sandálias para combinar com o look da roupa, os acessórios devidos, brincos, colar, pulseira, anéis.
Fazer aquela higiene íntima, até a "alma".  Ufa!!! Acabou? Não, claro que não, a escolha de tudo, o preço que pagou e o tempo que levou tem que valer para ficar atraente e sedutora.
Depois deste possível único encontro, ele segue para outro provavelmente com a mesma roupa, mudando essa ou aquela camisa, calça ou sapato, o mesmo aparelho de barbear.
Deles o desejo de "molhar o biscoito" com uma mulher atraente, sensual e acredito que não seja o instinto de desejo, mas a necessidade de inflar o ego, de ser o conquistador, o "garanhão", o "sou demais".
Elas:  algumas gostam de encontros ocasionais, mas outras investem realmente com desejo de uma relação.
Um encontro que ninguém sabe quem é quem, valeu a gemeção e o suor.
Isso é tudo? Tudo isso é nada?

23 maio 2011

Não vou tomar na "titanga"

A vida tá um cão chupando manga, devorando a carne com força, mas o sorriso nunca mais será removido do meu rosto, haja o que houver, desprezo, falta de respeito, de compreensão, amando sem sentido e por aí vai...
Tive um muso inspirador, ele tá na vida, sempre esteve. Perdi algumas referências pessoais, inclusive a da criatividade.
Tenho um trabalho incrível em andamento, mas falta-me a danada da criatividade. No momento por estar tentando tirar a manga da boca do cão e acho que ele tá raivoso. Estou sentada na foto protegendo a "titanga", rs.
Estou de armadura e espada, lutando contra as injustiças e as crueldades, mas voltarei e com a certeza da vitória.
Sou guerreira!

29 abril 2011

Falta de juízo!!!

Noite de sexta-feira. Um espelho, minha imagem confrontando  meus pensamentos. Deveria estar em algum outro lugar além daqui, com outro alguém além de mim, mas agora refletindo! Por muito tempo caminhei sozinha em uma trilha árdua de extrema responsabilidade, muita luta, desafios mil.
Sem envolver meu existir na vida de ninguém, simplesmente eu o caminho e as lutas que se tornaram comuns.
Certo dia alguém atravessou meu caminho, tinha apenas um nome e esse nome se tornou amor.
Despertei certa manhã com a revelação de que esse amor não tinha apenas um nome mas outra identidade e nela me perdi.
Desatino de mulher que envolve sentimento em meio a perdição e na perdição perdi, não o nome, não o amor, mas quem se revelou como outro alguém.
Tenho caminhado incerta, inquieta, envolvendo...  aprendi a perder o juízo com quem primeiro cruzou meu caminho.
A noite fez seu convite, o espelho detém minha consciência, mas até quando?
Refazer ou desfazer o novo caminho? Ou apenas dosar o juízo?

26 abril 2011


Onde é o lugar dos que se salvam?
Por que tantas pessoas saem para trabalhar, viajar, estudar, lazer e não retornam ao lar?

Por que:

Aviões estraçalham no ar, explodem na terra, desaparecem no mar e matam sonhos, ascensões, projetos, vidas preciosas.
Terrorismo, seres que desconhecem a natureza humana, que deveriam ser dotados de razão e não fanáticos que atuam em causas de lunáticos. Matam pessoas inocentes, depois se matam em nome da ignorância, da estupidez.
Trens que descarrilam se chocam com outros, tragédia.
Veículos usados como armas, cada vez mais velozes e letais, matando pessoas a cada segundo no mundo.
Tornados, furacões, maremotos, vulcões adormecidos que despertam com fúria, placas tectônicas devastando cidades e com elas muitas vidas.

E a sociedade como um todo?

Poder, homens comparados aos terroristas, lunáticos com ambição desordenada passaram a desconhecer a ordem natural da vida, movidos pelo impulso de comando, autoridade máxima, acreditam serem deuses e imortais e a sociedade terá sempre um preço a pagar por isso.
Suicídio, o caos emocional habitando a mente humana determinando seu final. Jovens, homens, mulheres, ricos, pobres, muitos têm vivido em obscuridade e mergulham no precipício como salvação. Leiam sobre "funcionários da France Telecom".
Quatro anos atrás, rua paralela a minha, um homem de 30 e poucos anos se joga na frente de um veículo, estava a poucos passos do ocorrido. Fui até ele e fiquei até a chegada do socorro, teve morte cerebral, soube no dia seguinte.
Um jovem de 18 anos se enforcou, dizia estar apaixonado pela filha de uma amiga. Nós duas soubemos depois que ele sofria de transtorno bipolar. Os pais? Em outra cidade, ele morava com um primo e não fazia acompanhamento médico.
31 de março agora, eu estava saindo do caixa eletrônico de um shopping quando ouvi um estrondo, olhei assustada para trás, a poucos passos de mim o corpo de um rapaz (soube depois, 26 anos). Jogou-se do terceiro piso. O socorro chegou rápido, mas receio que ele não tenha resistido.
Crimes banalizados, sem controle, bandidos matam por um celular, um tênis, ou simplesmente porque sentem impulso de matar, vivem sem regras, sem leis, desconhecem o vínculo seio familiar e se tornam bestas a margem da sociedade, o apocalipse é aqui, agora, são estas bestas vivendo entre nós, corroendo nossa sociedade, matando famílias. Não temos quem possa nos proteger, pois as bestas no topo do poder se omitem, é cada um vivendo apenas para masturbar o poder esperando o orgasmo imoral, pela omissão de suas obrigações com a pátria que deveriam honrar.
Pedofilia, meu horror é tão grande que não descreverei nada em relação, a não ser o tipo de punição que julgo merecido, como no passado em algumas culturas, serem apedrejados até a morte.
Desigualdade social. Pais que saem para o trabalho, sacrificando a estrutura do lar porque se tornam ausentes e lutam como feras e entre feras quando se trata de sobrevivência. Trabalham exaustivamente, alguns recorrem a trabalho extra porque não conseguem pagar todas as contas do mês, muito diferente da elite que come caviar, vive em mansão e carro blindado. Ninguém tem culpa da própria origem, mas as bestas do poder teriam por obrigatoriedade buscar recursos para inclusão de benefícios as famílias menos favorecidas, como alimentação, saúde, lazer e educação. Bolsa “faminta” não paga por alimentos com Ômega 3, cálcio e tantos outros alimentos necessários para qualidade de vida. Saúde, lazer e educação nem questionarei, já chega o blá blá blá tão notório dos representantes do apocalipse.
Vesânia, a insanidade mental entre nós, pode estar dentro de casa, na casa ao lado, em frente, como um colega de trabalho, tramando, premeditadamente ou não, mas chegando a matar, punindo seres inocentes. Exemplo recente a atrocidade na escola do Rio de Janeiro, crianças puras, vidas rompidas cruelmente, quanta dor sofreram as crianças, que dor todos nós sofremos por elas.
Em alguns casos a imprensa divulga os assassinatos, como um caso em Los Angeles em 2009, marido mata esposa, cinco filhos e suicida. Caso recente na França, marido está sendo procurado, encontraram a esposa e os quatro filhos enterrados no quintal da casa, mas nem sempre sabemos o quadro mental do (a) assassino (a), se foi desespero chegando ao estresse ou sociopatia.
Pais que jogam filhos de edifícios, que os esquecem trancados dentro do carro, acorrentam como animais, deixam a mercê até morrer de fome. Filhos que matam seus pais por ambição ou em poder das drogas. Seres dissimulados, não são doentes, são cruéis, corpos vazios, sem alma.

Comprometimento social

No passado a palavra bastava, era honrada. Hoje a omissão, a mentira como afirmação, a hipocrisia, a ironia que são denominados diplomacia, e finalmente assinatura somente com identidade, CPF e antecedentes criminais.
É um quadro triste, que dói, maltrata meu ser, mas real, tão real como assistir a cenas de dinheiro na cueca, sala de safadeza em órgão público, cofre público com pilhas de dinheiro para mimos de seus funcionários.
Ninguém mais é fidedigno de nada, nos tornamos “corpus alienum” em nosso próprio mundo.
Meu imenso respeito e solidariedade aos familiares que perderam seus entes queridos em tragédias.

E. Menezes

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